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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Dirty Dancing

Ontem, Patrick Swayze perdeu sua batalha contra o câncer.
Nunca fui assim tão fã dele, e ele como ator nem era tão bom assim, mas confesso que fiquei bem triste com sua morte, principalmente por lembrar que ele protagonizou uma das cenas que mais marcaram minha adolescência... Cena essa que nunca me canso de ver, que ainda hoje me leva às lágrimas...

Quem nunca viu Dirty Dancing?
Qual menina nunca suspirou ao ver aquelas cenas de dança?

Lembro ainda, que na minha época áurea de bailarina, ficava imitando os passos do filme em frente à TV...

Adorava!
E adoro ainda hoje!

Partilho minha cena favorita com vocês!
Uma singela homenagem!


Patrick Swayze, keep on dancing...

domingo, 21 de junho de 2009

Na vida, todos temos nossa cota de dificuldades, limitações, obstáculos...
O que nos difere como seres humanos é a capacidade de não se deixar abater ou desistir diante das pedras ou, às vezes, pedregulhos que vão surgindo à nossa frente. Eu, pessoalmente, ainda estou apanhando pra aprender a não desanimar tão facilmente. Nesse quesito ainda me sinto engatinhando, apenas um bebê.
Recebi esse vídeo de uma amiga do ballet e me emocionei profundamente...

O que, para esses bailarinos poderia vir a ser impedimento, tornou-se poesia!
Um belíssimo exemplo de superação humana pra vocês numa tarde de domingo:

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Ballet...



Há mais de 10 anos atrás jurei nunca mais pisar num palco novamente.
O tempo passou e fiquei batendo cabeça, tentando encontrar algum lugar onde pudesse me encaixar, me encontrar...
A vida dá milhares de voltas e numa dessas, me vi de novo num palco, dançando...
Me senti em casa novamente!
Em homenagem a esse momento libertador, deixo a todos essa bela canção de Toquinho. Em especial aos meus amigos queridos do ballet, tão responsáveis pelo meu reencontro.

Amo vocês!

A Bailarina

Um, dois, três e quatro,
Dobro a perna e dou um salto,
Viro e me viro ao revés.
E se eu cair conto até dez.

Depois, essa lenga-lenga
Toda recomeça.
Puxa vida, ora essa!
Vivo na ponta dos pés.

Quando sou criança
Viro orgulho da família:
Giro em meia ponta
Sobre minha sapatilha.

Quando sou brinquedo
Me dão corda sem parar.
Se a corda não acaba
Eu não paro de dançar.

Sem querer esnobar
Sei bem fazer um gran de car.
E pra um bom salto acontecer
Me abaixo num demi plie.

Sinto de repente
Uma sensação de orgulho
Se ao contrário de um mergulho
Pulo no ar num gran geté.

Quando estou num palco
Entre luzes a brilhar,
Eu me sinto um pássaro
A voar, voar, voar.

Toda bailarina pela vida vai levar
Sua doce sina de dançar, dançar, dançar.