quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Eu já passei por isso!!
=D

domingo, 9 de novembro de 2008

Contraditório

A poesia doce e mórbida desse momento
É algo tão puro quanto sombrio
Assustador e tranqüilizante
Extraordinário e simples

Andando pela vida
É tão fácil perceber a dor
Tantas diferentes dores
Tantas diferentes cores

A beleza fúnebre dessa noite me inebria
Embriaga meus sentidos
Esconde o que não quero ver

A esperança que vejo escorrer
Pela ansiedade do meu coração
Rasgando a certeza da não certeza


terça-feira, 4 de novembro de 2008

A Chuva



A chuva...
Sempre a chuva...
Sempre a me perseguir
É você que vem me afogar
Me inundar de lembranças
Você...Culpada, maldita...
Chuva de recordações mórbidas

Mas também, você...
Você, bendita...
Transformação, renovação
Quantas vezes em minha vidraça
Você escutou meus ais...
Companheira fiel, sempre fiel...
Já não sei mais o que é lágrima,
o que é gota...

O que é meu,
O que é seu...

Sou toda chuva
És toda eu!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Espelho




Quem é você?
Quem é você a me encarar no espelho?
Quem é você que intrusamente me conhece?
De quem são seus olhos grandes?
Quem é você na minha vã realidade?
Companheiramente inimiga.
Pedaço.
Metade minha.

domingo, 19 de outubro de 2008

Dolls



O diretor japoês Takeshi Kitano (maravilhoso!) intercala três histórias de amor no Japão moderno usando como contraponto o teatro de bonecos Bunraku, uma arte milenar
japonesa. Manipulados com extrema maestria, os bonecos parecem ganhar vida ao representar três trágicas histórias de amor.
Esse diretor, tão conhecido pela violência de seus filmes, na época do lançamento de Dolls foi indagado sobre o motivo de ter mudado de tema, passando de filmes de violência à histórias de amor. Takeshi Kitano responde que não existe violência maior do que a violência da alma. Afirma ainda que Dolls é o filme mais violento que já fez.

E um dos filmes mais belos de todos os tempos.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Vai e Vem

A nostalgia pesa
Pesa como a noite escura
Essa saudade de tudo
Daquilo que nem quis lembrar

Tantos sonhos esmigalhados
Assassinados, exilados
Sonhos moribundos
Perdidos. Em vão.

A chuva cai.
Me traz de volta ao lugar de onde vim
Novos sonhos nascem
Tudo se refaz

Perda e ilusão
Dor e agonia
Loucura e prisão
Só uma antiga melodia

Nova canção se ouve ao longe
Aniquila a surdez amarga
Me encontro de novo
Pronta pra recomeçar


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Nothing Else Matters

Na postagem do dia 19 de julho, comentei sobre o Apocalyptica e sua versão para algumas músicas do Metallica.
Agora, para o deleite de todos, a versão original com a letra pra todos cantarem juntos :D

So close no matter how far
Couldnt be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I dont just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

So close no matter how far
Couldnt be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters

Never cared for what they do
Never cared for what they know
But I know

Never opened myself this way
Life is ours, we live it our way
All these words I dont just say
And nothing else matters

Trust I seek and I find in you
Every day for us something new
Open mind for a different view
And nothing else matters

Never cared for what they say
Never cared for games they play
Never cared for what they do
Never cared for what they know
And I know

So close no matter how far
Couldnt be much more from the heart
Forever trusting who we are
No nothing else matters